Do paradigma do olhar ao do tocar – DEFORMA

revista científica deforma

Do paradigma do olhar ao do tocar. O devir háptico na criação artística contemporânea é o título do artigo escrito  no âmbito da minha investigação científica para o doutoramento na Universidade Politécnica de Valencia e que acaba de ser publicado na revista científica  DEFORMA . O texto trata da questão da percepção háptica na media arte e faz um enquadramento teórico-conceptual das práticas artísticas contemporâneas vinculadas aos media digitais.

DEFORMA: Arte, Diseño y Comunicación, – É publicação científica especializada em arte, design e comunicação. A revista define-se como um meio para a difusão de conteúdos relacionados com a arte, o design e a comunicação, a nível internacional. É publicada em dois idiomas: espanhol e português. A edição número três da revista faz uma avaliação da situação da nossa realidade cultural, da sua técnica, produção, comunicação, difusão, circulação, perante uma sociedade com dificuldades devido à crise que a afecta. Conta ainda com artigos de investigadores da referência mundial na área, como Lev Manovich, José Ramón Alcalá, Bo Bergström, Juan Martín Prada, Francisco Berenguer.

O artigo  pode ser baixado em http://www.sendemaeditorial.com/es/attachment.php?id_attachment=32

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Do paradigma do olhar ao do tocar – DEFORMA

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.txt is an interactive performance work, mediated by several sensorial technologies, that explores contemporary transversal forms of artistic languages. The result is the creation of a unique vocabulary articulated physically, through interactive soundscapes, visual composition and real time choreography; an array of artistic expressions that support the dramaturgic intention.

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Pina. Dance, dance, otherwise we are lost.

PINA – Dance, dance, otherwise we are lost – International Trailer from neueroadmovies on Vimeo.

Na tua fragilidade está a tua força“. Estas palavras de Pina Bausch captam de certa forma a essência de toda a sua obra.  O filme Pina (2010), de Wim Winders eterniza os seus gestos. No caos de indústrias, trânsito, ruas, edifícios Wim Winders consegue captar a intensidade dos gestos e mostra o impacto que a dança coreografada por Pina tem na percepção. Ao terminarmos de ver o filme, sentimos inundados pela intensidade dos gestos,e perplexos questionamos se não terá sido ainda da presença física de Pina.

Pina. Dance, dance, otherwise we are lost.

Fantastic Flying Books, jornadas de sonho através dos livros

The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore (2011) ganhou em Agosto o prémio de melhor filme de animação digital no Siggraph 2011, a conferência internacional de computação gráfica mais importante do planeta. Depois disso foi adaptada como história interativa para iPad.

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Entretanto no passado dia 24 de Janeiro, foi nomeado para o Oscar na categoria de Curtas de Animação. O filme tem 15 minutos, quando acaba é fácil perceber a nomeação, Fantastic Flying Books é um clássico instantâneo, tem todos os ingredientes para o ser, desde as técnicas de animação, ao ritmo, música e realização mas essencialmente por causa da sua história. Um história sublime que nos toca, servindo-se de uma dose forte de nostalgia, parece repescar as memórias da nossa infância, aqueles tempos em que os dias eram solarengos, e a nossa paixão pelo mundo nos chegava através das páginas dos livros que liamos no descanso de uma sombra. A personagem da infância de muitos (Humpty Dumpty) é aqui repescada e tratada de uma forma brilhante em termos de animação. Diria mesmo que o conceito de animação criado para Humpty Dumpty é de tal forma genial que quase merece por si só a nomeação.

The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore from Moonbot Studios on Vimeo.

via VIRTUAL ILLUSION

Fantastic Flying Books, jornadas de sonho através dos livros

“Light and Dark Networks” by Ursula Endlicher

via Networked_Performance de jo em 28/01/12

[Details of dark version (Mushroom’s mycelium) left, light version (Spider web) right.] Light and Dark Networks by Ursula Endlicher, commissioned by the Whitney Museum for whitney.org:

Light and Dark Networks consist of two online data performances taking place anywhere on Whitney.org during sunrise and sunset in New York City, and are directed by actual weather and environmental changes in the New York City area. The two performances are inspired by the structures of natural networks: one aboveground (spider web), the other one underground (mushroom’s mycelium). In the video segments of the piece Endlicher impersonates a spider and several mushroom characters…

The piece looks at networks as living organisms — be they spider webs, mycelium, or the Internet — constantly changing by different artificial or natural parameters. Taking a closer look at the nature of the Internet itself this piece playfully examines how our physical and virtual existence is embedded in networks… The project takes over the entire Whitney Museum’s website for 30 seconds daily at SUNRISE and SUNSET in New York City, so make sure to get there early. For exact times of daily sunrise and sunset please go to whitney.org/Sunset. Link: http://lightdarknetworks.ursenal.net.

“Light and Dark Networks” by Ursula Endlicher

Live Stage: Subcuratorship Beyond Media Arts Berlin

via Networked_Performance de jo em 01/02/12

CODED CULTURES – Subcuratorship Beyond Media Arts with Michal Wlodkowski, Luise Reitstätter, Joasia Krysa, Sydney Ogidan, and Eva Fischer (Moderated by Georg Russegger) :: February 2, 2012: 4:00 – 6:00 pm :: Haus der Kulturen der Welt, John-Foster-Dulles-Allee 10, 10557 Berlin, Germany.

Based on questions about contemporary media art festivals, in the autumn of 2011 CODED CULTURES presented City as Interface. Hereby curators and artists tried to create new models of representation, transmission and intervention within a concept of sub-curatorship beyond media arts and within public space. For transmediale 2012 a discursive vector is reflecting on these inventions based on trans-disciplinary examples from intersecting fields like contemporary art, media art, street art, audio-visual arts, exhibition design and interfaces in order to transform the city into a playful and unstable environment for artistic interventions. The invited participants will give 10-minute long impulse-lectures to present methodological approaches based on their interests and backgrounds. The panel will be followed by a discussion with the audience.

 

Live Stage: Subcuratorship Beyond Media Arts Berlin