Kinect Titty Tracker

Kinect Titty Tracker from Dan Wilcox on Vimeo.

Dan Wilcox (Robot Cowboy), is an artist, composer and engineer currently working towards an MFA in new-media performance arts at Carnegie Mellon University. Dan spent two years as a creative coder at the Ars Electronica Futurelab, Linz, prior to which he earned a Masters in Art and Technology from the IT University of Goteborg, Sweden. Dan performs regularly as the cyborg Robot Cowboy, and is an active contributor to open-source arts toolkits like Pure Data and OpenFrameworks.

In late 2010, Dan had a surprise Internet hit with his speed project, Kinect Titty Tracker, which he hacked together in just one evening. In this project, Dan writes, “the computer searches for my manboobs and draws a bra or pasties on top.” Music is played when his manboobs are detected.

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Kinect Titty Tracker

Book “New Art/Science Affinities”

New Art/Science Affinities

“New Art/Science Affinities” was written and designed in one week by four authors (Andrea Grover, Régine Debatty, Claire Evans, and Pablo Garcia) and two designers (Thumb), using a rapid collaborative authoring process known as a “book sprint.” The topic of “New Art/Science Affinities” is contemporary artists working at the intersection of art, science, and technology, with explorations into maker culture, hacking, artist research, distributed creativity, and technological and speculative design.

Sixty international artists and art collaboratives are featured, including Agnes Meyer-Brandis, Atelier Van Lieshout, Brandon Ballengée, Free Art and Technology (F.A.T.), Rafael Lozano-Hemmer, The Institute for Figuring, Aaron Koblin, Machine Project, Openframeworks, C.E.B. Reas, Philip Ross, Tomás Saraceno, SymbioticA, Jer Thorp, and Marius Watz.

Book “New Art/Science Affinities”

A gênese do mal no filme Laço branco

Laço branco (2009) Neste magistral registo do austríaco Michael Haneke, um dos mais importantes cineastas da actualidade, a perplexidade e a inquietação percorrem toda a narrativa. A história passa-se numa pequena aldeia da Alemanha, entre 1913 e 1914, onde começam a ocorrer estranhos e violentos incidentes.
À partida, Laço branco poderia ser interpretado apenas como  uma busca das raízes culturais da geração nazi.  No entanto, o realizador contrapõe esta ideia, numa entrevista ao “The New Yorker” ao dizer: “É importante para mim que o filme não seja visto, mesmo na América, como sendo um problema alemão, ou sobre a época do nazismo. Isso é um exemplo, mas é mais do que isso. É um filme sobre as raízes do mal […] Há sempre alguém numa situação desgraçada, que aproveita a oportunidade, através da ideologia, para se vingar, para emergir da sua miséria e rectificar a sua vida. Em nome de uma ideia bonita,  podes te tornar num assassino.”
Vencedor do Palma d’Ouro  no Festival de Cannes, trata-se indubitavelmente de uma obra-prima do cinema europeu.

A gênese do mal no filme Laço branco